sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Milk shake!

Tenho durante muito tempo ponderado o valor das coisas, aquilo que realmente importa. Ao longo de poucos anos de existência já aprendi tantas coisas feias e bonitas, boas e más, úteis e fúteis...
Se por uma lado perdi os meus direitos e fantasias de criança, por outro lado ganhei a oportunidade de crescer e viver livremente! Livre e independente com vontades e sonhos que movem montanhas. Aprendi que o verdadeiro desafio não é difícil por ter tentado, ele torna-se difícil por não ter nunca tentado! Com os anos as coisas que me marcaram, os brinquedos com que cresci, as pessoas que conheci ficaram perdidas algures no tempo. De certa forma perdi o que me acompanhou na infância mas ganhei a lembrança do amor de tudo o que vivi, e acima de tudo o exemplo de vidas!
Perdi momentos únicos da vida porque chorava em vez de sorrir…Mas descobri que para colher amor temos que construi-lo. Aprendi que não importa o momento da vida em que falhei, o mais importante é que sempre é possível e necessário recomeçar.
Aprendi que podemos lutar sempre pelo que realmente vale a pena e que há sempre tempo para recomeçar a sonhar, recomeçar é dar uma nova oportunidade a nós mesmas, renovar sonhos e esperanças, é acreditar em nós mesmos!
Já sofri muito, e com isso aprendi! Já chorei demasiado, mas lavei a alma. Tive raiva de alguém para aprender a perdoar, senti-me sozinha porque apenas fechei as portas. Em muitos momentos pensei que tudo estava perdido mas aquilo era apenas o inicio do meu crescimento intelectual e a prova de fogo que me mostrou que realmente eu sou capaz e tenho a força de um universo!
Aprendi que por diversas vezes quando me senti sozinha não reparei que perto de mim havia pessoas que queriam ser a minha companhia e o meu esteio de apoio, mas eu não vi porque o egoísmo não me deixou ver.
Hoje depois de uma série de acontecimentos achei que era um bom dia para iniciar um novo projecto de vida, quero olhar para cima, sonhar bem alto, desejar o melhor, ansiar o bem e o bom pois a vida passa tão velozmente que até os sonhos são demasiados para tão pouco tempo!
Hoje é o dia da vontade e da loucura, vou lavar a alma com uma única lágrima que se tornou em alegria. Desprender do espírito tudo o que me prende ao passado e que me magoou, limpei o coração e deixei apenas o teu amor, deixei apenas as amizades, apenas o que me faz feliz. Porque nós somos a manifestação dos sentimentos que surgem.
A vida está a chamar por mim, convidou-me para uma nova aventura, vamos lá viajar e conhecer um novo mundo! Dedico este dia a mim e a todos os que amo! Não porque seja especial, apenas porque é meu e porque me sinto assim, simplesmente feliz!

聖誕節快樂

Querido Pai Natal, este ano senti-me como já não me sentia há muitos anos! Foi realmente bonito! Queria conseguir multiplicar-me em mil e estar com todos os que gosto mas fico-me por aqui este ano!e

A pequena síntese...

Querido Pai Natal, este ano foi especial, cresci muito, chorei muito, sorri muito! Foi tudo muito intenso, a palavra muito imperou neste longo 2009 cheio de emoções e sorrisos forçados!
Peço desculpa a quem se dispuser a ler este desabafo mas vai ser directo, imparcial, frontal para comigo mesma, e acima de tudo longo porque há coisas que ainda não disse mas que não quero deixar por dizer!
Pelo início tudo foi estranho, domingos de manha passados à chuva, com pequenos almoços diferentes e mágicos, tardes passadas ao som do silêncio. As ruas e ruelas por nós descobertas! A verdadeira ilusão quem pensa que ama mas apenas se refugiou nos miminhos... Foram tempos estranhos e sombrios, viver na penumbra de um passado comum não se pode descrever com palavras nem gestos, apenas com sentimentos que não sei explicar, foi bonito, não me arrependo, aprendi contigo, aprendes-te comigo e juntos escreve-mos uma história bonita e pura que só a nós pertence com todos os pormenores frios e arrepiantes! Com os toques de simples vontade de fazer! Tenho pena de que o final tenha sido este, sem um adeus ou um até sempre! Apenas um desconhecimento total daquilo que não se disse! Mas eu fiz um fim bonito para esta história! Bonito e digno de um verdadeiro romance à moda antiga. Não termina com "...e foram felizes para sempre..." mas termina com "e cada um escreveu o seu caminho por estradas diferentes mas para sempre paralelas, porque as linhas paralelas por muito que se alonguem, nunca mas nunca se hão de encontrar!". E foi assim, um «Who are you» tão simples de perceber... For how long!
Houve neste anos meses em que me senti sozinha no meio da multidão que se cruza comigo todos os dias, no meio de uma metrópole romântica e cinzenta que me abraça e embala cada dia que passa. Nos momentos mais tristes estives-te sempre aqui pikena, nunca me abandonas-te!
A ti também te queria dizer que por muito que esforce nunca vou conseguir ser a amiga que tu almejas porque sou assim, desligada, quero ajudar, dar apoio mas na hora de dar concelhos de levantar a moral de dizer asneiras e rir da própria imagem eu não sei o que fazer! Fico calada, apenas com um colo pronto para te receber como tu és e como eu gosto de ti! Mas deixa-me dizer-te que como tu mesma me ensinas-te a amizade é aceitar as pessoas como são, e eu sou assim, não quer dizer com isto que goste menos ou mais de ti, quer dizer apenas que eu sou assim, e acredita que não é a palavra egoísmo que fica bem aqui porque muitas vezes eu sofro contigo e por ti, simplesmente não tenho esse dom de ser a amiga que ajuda a levantar! Desculpa se não consigo ser o que esperas de mim mas espero que compreendas que sim és muito importante para mim e tens aqui um lugar muito especial bem pertinho de uma aurícula.
Tinha tanta coisa para dizer e de repente já não sei escrever!
Afinal as coisas podem durar para sempre, e tu Jane és a prova viva disso, ainda há a cumplicidade que se sentia! Tenho saudades tuas como sempre tive, mas agora posso-te abraçar quando sentir vontade!
Vou deixar o resto para escrever mais tarde...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

X-MAS :-)

A mensagem de natal mais bela e sincera é revelada ao longo do ano com gestos e acções, com vontades de ajudar, abraços e amor...


Natal

"Natal… Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
‘Stou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei."


Fernando Pessoa, Natal, in Obra Poética – I volume, 1986
Circulo de Leitores, Lisboa

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Algo que me aproxima...

Na vida há momentos para tudo e em tudo o que fazemos há momentos completos e verdadeiros que preenchem a nossa essência, e foi num desses momentos que te conheci.
Deixa - me recordar - te os nossos momentos,vivências do passado, os pensamentos do presente e as esperanças de um futuro concreto que se esconde atrás de cada entardecer .
Deixa - me dizer - te que todos estes momentos estão guardados naquele lugar vital de onde nunca nada do que é bom se atreve a sair e onde tudo o que é mau não consegue entrar, o meu e o teu coração, que por entre as suas pequenas batidas alimenta a amizade que nos circula nas veias.
Tudo começou sem sabermos bem porque, um simples engano, um lapso ou uma condição criada pelo destino! E a pouco e pouco, depois de experiências e aventuras, de sorrisos partilhados e vontades comuns nasceu e foi criada uma forte amizade!
Conseguis-te provar-me que os amigos são como o sol que nem sempre se vê mas existe permanentemente para iluminar o mundo, e tu iluminas o meu. Provaste-me que é possivel mesmo distante, estar sempre presente!
Preciso de ti, da tua mão que me ajuda a levantar quando caio, do teu abraço que me aquece quando sinto frio, do teu carinho que me recorda as memórias da infãncia, do teu sorriso que seca as minhas lágrimas quando choro e do teu beijo que me fortalece quando sorrio!
És importante e essencial nesta escalada que se chama vida.
Sem ti tudo seria mais difícil, o que parece fácil contigo por perto, seria impensável sem o teu apoio.
Quando estou num beco sem saida tu estás lá para me ajudar a trepar o muro, quando estou num túnel sem luz tu está lá no fundo com uma vela para me iluminar, quando a minha alma é só um poço de lágrimas e trsitezas tu abraças-me e juntas voamos para o vale dos sonhos.

Tu sabes porque digo isto, sabes o contributo que tens dado, sabes o que significas!
Sabes bem o valor que tem uma amizade, e por mais anos que passem, por mais voltas que o destino dê às nossas vidas, vais ser sempre especial e vou guardar para sempre as nossas memórias deste tempo que nos ajudaram a crescer e a ser quem somos!
Mulheres a caminho de um futuro risonho.

Adoro-te amiga !
Foste ontem, és hoje e serás amanhã...
De sempre e para sempre!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Deanbulações oblícuas

E se o mundo se tornasse real? Quais seriam as questões propostas ao ritual sinistro a que damos a denominação de vida?
Enfim, tudo na essência de um ser concreto, tudo está aqui dentro desta lama inerte... È tudo, o fim da questão, o fim do sorriso, da memória inacabada e do silêncio da «paz.»
Encontram-se então almas perdidas que vagueiam, ponderando no final da estrada, cruzarem-se o «ritual». Vivem-se sentimentos, que também perdidos, rumam no sentido inverso à realidade. São as tágides do rio que banha o luar, que reflectem este ruído tão cruel, este calafrio que denuncia toda e qualquer veracidade esquecida, dissuadida pela paz morosa da verdade!
Penso, e torno esta questão mais pessoal, questionando a mim mesma, qual a razão? Qual o significado de toda uma falácia escondida? Qual a persuasão deste rebelde sentido?
Penso, revoltada com esta certeza fria e infiel que assombra os dias infindáveis da minha existência cruel, quiçá uma quimera infundada! Procuro no fundo da pérola a cor do teu sorriso, procuro em madrugadas destruídas os destroços do coração que aconchegaste.
Porquê? Qual a razão do desconhecimento deste ruído? Diz-me porque chamam às aves amores se o amor não tem asas? Porque se baptizam de paixões, olhares nunca relembrados neste passado, se todos os passados relembram esquecimento?
Digo a mim mesma e a qualquer outro ser estigmatizado pelo «ritual», que não vale a pena sentir, não vale de nada sofrer... Sorrir é o que faço... Sorrio porque me apetece... Sorrio porque não sinto, sorrio porque a minha alma não me permite outra expressão!
Afinal, ninguém me sabe definir qual a razão de existir num «ritual», este sentimento cruel e destrutivo a que todos dão o nome de amor.
Claudia Ferreira... alguém especial...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Mary me...


Quando se acorda assim... Nem sei de que cor estavam os meus olhos hoje! Mas para ceia que estivessem verdes da cor dos teus. Quero ter uma aventura na neve, foi o meu sonho de hoje. Sonhei que tinha ficado presa numa casa pequena no meio da serra, aonde tudo parecia brilhar, aonde haviam flocos de neve perfeitos e brancos. Era manha, recordo-me de bocejar e sorrir ao acordar quando vi a neve que tapava os carros, a porta e todos os possíveis caminhos! Não se percebia bem que local era aquele, ou não estivesse eu a sonhar! Só recordo a neve branca, limpa, pura, imensa... Sai dali a correr beijei-te e voltei para a sala aonde numa lareira quente e simpática aqueci as mãos e o olhar. Não sei o que vestia nem o que sentia, sei que nada era mais belo do que aquele cenário. O cheiro a canela no ar, o fresco da neve e a harmonia dos sorrisos. O vento cantou o tempo todo aquela melodia que conheço. Via passarinhos azuis e rodopios de folhas secas que faziam a paisagem mudar. Vi um urso pequeno, enrolado sobre si mesmo que rebolou sob o meu olhar atento...
Da chaminé saiam golfadas de fumo branco que desenhava no céu pequenas nuvens coloridas. Dentro da pequena casa o cheiro a pão torrado, o trago a mel que se misturava com a névoa da lenha a estalar, o manto ao xadrez que me cobria os ombros enquanto passava a manteiga derretida pelo pão quente, o pequeno fogão de lenha que fervia água nervosamente, os calafrios provocados por brisas suaves que me enviava o postigo dourado e redondo no cimo da porta... Tudo parecia mágico, até me sentia com o poder de sorrir incessantemente!
Foi o sonho, a simbologia de tudo aquilo que se pode querer e não se percebe! Os abraços continuam quentes, os sorrisos sinceros, as palavras doces! Gosto de ti, gosto de mim, gosto dele, gosto dela! Gostava que todos nós gostasse-mos uns dos outros! Gostava que pudéssemos viver todos juntos... Mas não posso, não consigo!
Enfim, ter tudo não é possível, mas é possível dar tudo... E eu dou, tudo o que posso e que tenho! Quero ser e fazer feliz, na neve, naquela pequena casa aonde acordei contigo e com um rebanho de pequenas ovelhas...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Numa de dizer que vos adoro!

























Começamos pelo Febros, um gatinho amoroso que os meninos da ETAR de Avintes adoptaram, é muito grande e mimado:-) Foi uma noite engraçada, uma visita guiada ao espaço, muito interessante! O professor percebe mesmo da coisa, não tinha a noção do processo utilizado, mas é sem dúvida um processo muito útil! No meio de chuva e maus cheiros deu para passar um bom momento e aprender umas coisas:-) Em baixo temos os meninos a confraternizar depois da dita visita!
A casa assombrada que afinal não é assombrada... Em Avintes, perto da 222 existe esta beleza no meio de muitas outras casas banais, é arrepiante, estava toda embaciada mas o estranho é que apesar de ter todo o aspecto de não ser habitada, até porque se consegue ver algum do seu interior pelas janelas frontais, ela tem luz eléctrica e campainha! Não se consegue lá entrar por várias razões, uma é que havia vizinhos que mal sentiram o carro foram para a janela e não saíram mais de lá! Outra é que estranhamente na cave da casa que dá para ver de lado, parecia haver luz, o que leva a crer que na cave ainda lá habitam mugles! e depois fica na esquina de uma rua aonde passam carros regularmente! Tenho pena pois a casa deve ser linda por dentro! Mas vamos lá fazer uma cache certamente, nos arredores, para dar a conhecer a casa que é linda!
E por falar em caches e em coisas estranhas, enquanto fazia uma cache na companhia da melhor equipa do mundo no cais... Estavam lá estas roupas dispostas no chão deste forma peculiar, o que chamou a atenção dos demais que passavam na rua! Não se percebe muito bem porque mas ali estava elas como se de pessoas se tratasse!
E aqui finalmente estou eu a minha mãe e o pequeno David, o meu único primo direito da família materna! Uma vez que sou filha única e a minha mãe só tem um irmão que só agora se decidiu casar e ter um pequeno traquinas que se recusa a tirar fotografias! Mas numa visita a Resende lá consegui tirar a dita foto! Muito bonito o nosso menino, muito mesmo:-) Sai à família!
E em mais uma boa cachada a duas lá temos pela Foz velha algumas pérolas da nossa pikena! Eu primeiro encostada ao típico lampião do porto, depois o JC versão feminina, muito boa esta fotografia, eu diria soberba, o mesmo a nossa fotógrafa profissional! E agora o protagonismo vai para o lampião sozinho no meio do romantismo peculiar da nossa terrinha! Há belezas que muitos desconhecem mas que se tornam únicas pela sua sua estranheza e charme.
Temos agora Pikena e Big numa noite de copos, noites de rir e chorar por mais!
E mais uma noite de descobertas, em Miramar há um riacho com uma pequena ponte e este túnel, tudo tão simples mas belo, desconhecido e singular! As coisas bonitas da vida tão perto de nós... Eu numa de nostalgia, Pikena e big numa de aparvalhar...
Em seguida retratos da viagem louca, Porto Bragança Porto numa só noite, a Pikena fez aninhos e lá fomos e a a Janinha estrada fora, um tempo de bradar aos céus, um espírito de bolo de chocolate com champanhe e acabámos a beber mais cervejas que um Holandês! As três meninas e quatro copos! Eu e a Janinha numa de sedução à óptica da máquina:-)
A melhor parte deste extenso post, a nossa Leonor, linda e maravilhosa como sempre, Magnífica! Não há palavras basta olhar...
Big e Pikena em mais uma noite noite de Geocaching, na preparação para a contagem dos degraus que descem para o ria, de uma forma tão íngreme que meteu medo... muito medo! Mas lá fui eu contar os ditos, apenas para confirmar pois a nossa Pikena já os tinha contado cá de cima, coisa que eu achei impressionante! E está eram mesmo os que ele tinha dito! E cá estou eu a contar os ditos, e a seguir alguém me disse que se tinha sentido esmagada... Terá sido do beijo?
Ponte de D. Luís e o suicídio...
Noite de São Caetano e na penumbra lá nos rimos... Aparvalhar e rir... Adoro as minhas meninas!
A seguir o anjo de roxo e os anjos da minha vida, numa noite de geocaching pelo senhor da pedra.
E para finalizar esta treta de mostra de fotos, aqui está eu a matar a Pikena dos olhos lindos...
Com tudo o que se pode querer ou aspirar eu posso afirmar que tenho os melhores amigos do mundo!
Carpediem

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Geosleep...



Foi um fim de semana estranho, nem sei muito bem como descrever! Mas Amanha conto como foi. Estou cansada e de férias! Ecom saudades de dormir... Uma música soberba para embalar!
Boa noite...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Algo muito valioso!


Sorrir -
(latim subrideo, -ere)
v. intr. e pron.
1. Rir sem gargalhada, fazendo apenas um pequeno movimento com os lábios.
2. Deixar escapar um sorriso.
3. Indicar por meio de sorriso algum sentimento, tal como a ironia, o desprezo, a incredulidade, etc. = alegrar-se
4. Mostrar-se contente e comprazido.
5. Mostrar bom modo, exprimir agrado.
6.Estar claro ou brilhante.
7. Dirigir sorrisos a.
8.Causar agrado a. = agradar, aprazer
9. Dar boas esperanças a.
10. Ser favorável a. = favorecer
11.Sorriso.

São estes os possíveis significados de sorriso segundo um dicionário qualquer! Rir sem gargalhada, esboçar um gesto pálido com os lábios húmidos e vermelhos... Sem querer sair do contexto, este gesto parece-me uma sedução subtil e bonita. Seduzir com o sorriso, a sedução mais fiel e credível, a vontade de descobrir aquele sorriso delicioso! Deixar escapar um sorriso? Apenas isso deixar escapar algo que de forma involuntária saiu da minha boca porque alguém algo ou alguma situação o proporcionou! Apenas isso, sorrir.
Indicar um sentimento qualquer, a ironia o desprezo, a incredulidade... Contradições, simples e puras, porque se o sorriso de alguma forma se associa a felicidade, a sentimentos bons como é que nós seres mortais e biológicos podemos sorrir se o que se demonstra em desprezo, ironia ou incredulidade são coisas más... Mas são assim as nossas mentes, incrédulas do sentido lógico das palavras.
Mostrar-se contente e de bom agrado, mostrar, tudo se baseia em mostrar, e o ser? Ser feliz talvez?
Estar claro ou brilhante... Sim a realidade é que um sorriso pode ser claro e brilhante, mais brilhante que a própria luz do sol. Eu conheci um sorriso assim um dia!
Dirigir, causar, dar, são tudo significados, mas a verdade é que sorrir é muito mais do que isso, é tão complexo e necessário, tão singelo e puro! Pode-se alargar o seu significado ao todo que nos rodeia e resumi-lo a si próprio, sorriso, assim simples como ele mesmo se mostra! Um esboço tímido e arrepiante que nos atrapalha e delicia, enquanto nos renova a alma e o coração.

Sorrio porque a minha alma não me permite outra expressão!

sábado, 14 de novembro de 2009

O meu anjo!


Como ouvi um dia alguém dizer, valeu a pena ter vivido nem que fosse por um dia só por te ter conhecido!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Janie


Depois de acordar, disse baixinho a mim mesma que seria mais um dia, e foi, mais um dia!Com as cores do tempo e as noites em branco! Vamos caminhar em direcção a algum canto. Um cantinho que eu sei que existe, só não sei aonde! Vem comigo, vamos rir juntas daquilo que um dia fez chorar cada uma de nós!
Miss you...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

NQBEB-GR




As noites podem ser tão diferentes daquilo que se espera, só temos de entrar nos espírito e voar por ai! Fugir como se fossemos pássaros, voar tão pertinho do que nos pertence! Não se pode exigir das almas aquilo que elas não conseguem fazer, mas posso e devo exigir de mim mesma a tentativa de ser e fazer feliz quem me faz sentir bem!
Somos casa com portas abertas aonde só entra quem nós deixamos entrar! Entrem estranhos que nem sabemos como cá chegaram mas se apoderam de luzes que nos pertencem! Entram audazes crianças que nos recordam a infância! entram gélidas personagens que em poucos números de palavras nos derrubam e fazem sofrer! Mas de tudo isto só podemos guardar na memória quem se riu à gargalhada connosco! Quem nos deu o prazer de sorrir connosco, quem um dia nos deu a mão e disse anda, vamos chorar juntos!
Não podemos amar quem não sabe amar nem gostar de quem nem de si próprio gosta. Mas também não podemos sempre deixar de tentar amar e gostar que se mostra disposto a aprender! Se o fosso da vida fosse só uma árvore bastavam as estações para que a mudança acontecesse...

Chuvas... da vida...

A chuva que de que temos medo, aquelas que nos corroem por dentro e nos matam devagar...
Quero abrigar-me debaixo dos braços da lua... Entreter as estrelas com lembranças alegres e sorrisos que marcam!
Tenho vontade de explodir e gritar enquanto fujo daqui. Quero tantas coisas, quero ser o que não sou e ter vida de melro! Não se esquecem as lágrimas que ferem os rostos desprotegidos, mas também não se podem esquecer os sorrisos, as gargalhadas que se deram ao vento, oferecidas por nós e por mim...
Por mim muitas pessoas sorriram, por mim muitas alegrias se viveram, por mim foi feita uma promessa debaixo dos céus de Coimbra! Mas a parte que embala o silêncio ficou por dizer! A vulgaridade das palavras que foram ditas por ti. As futilidades que sinto não se desculpam nem se embalam, recordam-se!
Amarrei os cordões da alma a um poste de nenhures que à chuva se molha e molha-me o rosto!
Marcada, rendida e resignada coloquei o passado num museu de histórias!
Vamos viver e sorrir, dar sorrisos ao vento e deixar as recordação para um canto qualquer numa hora qualquer! Talvez ao domingo, no mundo da minha alma... numa descida qualquer em esperanças perdidas!
As coisas vulgares da vida não deixam saudade, só as lembranças que doem ou fazem sorrir...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"All I Really Want"

Vim até aqui, não sei bem como mas vim. Parei e comecei a recordar, olhei para as ondas e gritei com quantas forças tenho que não te esqueci... Já chorei, sofri e sorri mas nas mais profundas entranhas do meu ser estás sempre presente. Passaram dois anos e uns trocos, vidas, águas que correram debaixo desta ponte. Mudei rotinas, fugi para longe das águas turbulentas que te rodeiam mas em todo o lado só se vê uma névoa que mal consigo diferenciar das minhas lágrimas. Raiva é o que sinto de mim mesma ao ver que já não tenho força. Tento sorrir quando quero chorar, tento correr quando quero ficar parada no mesmo local aonde me deste o primeiro beijo, a primeira rosa. Quero com todas as minhas forças mas não consigo.
Como alguém um dia me disse, o passado está nos museus, mas o meu passado não vai para o museu, não sai daqui de perto de mim. Quis durante tanto tempo que viesses aqui pertinho de mim para me dizeres que já não gostas de mim, que me dirigisses a palavra com desprezo para eu te corresponder.
Mas acredito que sim que sou capaz, que consigo...
Acredito que este dia presente de tanta raiva me dá a força que me faltava! Que sem que tu te apercebas eu vá sucumbir ás amargas passagens do tempo.
Tenho pena de ti sabes? por tudo o que fazes e sentes! Não mereces um só minuto que gastei nem um só sorriso puro que eu possa ter oferecido!
Lutar e vencer serão as palavras de ordem que vou gritar! E como diria uma senhora que respeito e admiro muito:
"And I am fascinated by the spiritual man
I am humbled by his humble nature
What I wouldn't give to find a soulmate
Someone else to catch this drift"

Your hand in mine...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sens de l'absorption

È a real confusão, estou bem e feliz mas tenho quedas a pique. Mas vamos ser felizes!!! Ontem enquanto estava no trânsito pensei e pensei e voltei a pensar em mais um dos meus pensamentos muito secretos que nimguém pode saber, e cheguei a uma conclusão que acho que posso partilhar. Sim, eu receio partilhar as minhas ideias e pensamentos porque a minha sanidade mental pode ser colocada em causa.
Então pensei que os homens são parvos, ignorantes e insatisfeitos por natureza. A minha teoria baseada no empirismo é muito básica. Quando se envolvem com uma mulher, querem logo fazer o amor, imediatamente, e se a mulher também o quer eles excluem-na porque afinal ela gosta de sexo, não serve para casar, mas quando se casam com um pão sem sal que nem um knorr a salva, queixam-se que a esposa tem sempre dores de cabeça e vai rpocurar fora... O que origina que a esposa se aperceba e vá também comer o prato do dia a outro tasco e assim ele fica com um valente par de...
È isto, se têm é porque não serve, se não têm não serve na mesma. Depois divorciam-se e procuram uma daquelas mulheres que no passado não serviam porque gostavam, de sexo! O my God, alguém me empresta o livrinho de instruções?
Após este meu pensamento no trânsito apercebi-me que o melhor continua por ser descoberto! ´
A sensação de absorção é uma das mais usadas... Tenho dito!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Adeus

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,

e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mão à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras
e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro!
Era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.

Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes!
e eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
no tempo em que o teu corpo era um aquário,
no tempo em que os meus olhos
eram peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco, mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor...,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tenho saudades...


Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também. Tenho saudades das nossas conversas sem pé nem cabeça, saudades das nossas discussões. Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida nada parecida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara de ódio, quando mesmo sem querer eu te irritava.

Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas. Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e dos sem fundamento também. Saudades dos teus medos e da maneira que eu cuidava deles. Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também.

Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus.

Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser o outro de ser do outro. Tenho saudades da nossa música que até hoje toca para me fazer sentir mais saudades. Saudades dos nossos presentes no Natal e aniversários, da tua vontade encantadora de me surpreender.

Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir o homem mais amado do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples.

Tenho saudades de ser teu, só teu. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos. Saudades do meu aniversário, do teu aniversário. Saudades do nosso “tempo”, de cantar mas estar a cantar só para ti. Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros.

Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades de tua amizade, da tua força e de tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades dos filhos que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti.

Mas o que mais dói de toda esta saudade é saber que de tudo que eu sinto saudades está destinado para outro alguém. Outro alguém que já odeio antes de existir, outro alguém que não terá a mesma saudade que eu sinto, porque não serei eu. Como dizia o poeta “em algum lugar deve existir, uma espécie de bazar, onde os sonhos extraviados vão parar”. Acho que os nossos sonhos e planos se extraviaram e foram parar nenhum lugar, mas na minha mente, nela pararam e não me deixam seguir em frente nem viver, não me deixam sentir saudades de outro alguém. E é por isso que vivo sentindo saudades. Saudades de mim, de ti, saudades de nós...

Não é que goste de jogar cartas...




Só porque adoro... sem significado, apenas vontade!
Mas realmente esta musica merece...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

A p$%? da loucura!


Bom dia com alegria, bom dia com sol e passarinhos, que noite... Começou ontem, domingo à tarde, acordei e fui às urnas votar. Não vou dizer em quem votei mas digo que votei por falta de alternativas. Foi Mais um voto nos escuro à espera que isto melhore, mais uma esperança depositada naquilo a que chamo pais. Mas enfim, após o voto cumpri o meu dever de cidadã.

A piquena ligou-me, o convite eram caches, a saga das caches continua, sim porque estamos viciadas, por aqui já descobrimos uma série de coisas bonitas. Sim eu concordei, sai das urnas e lá fui eu ter com a piquena. Ainda fomos ao tasquinho II tomar o real cafésinho de domingo com o JSM, ele não pôde ir connosco cachar porque estaria certamente ocupado no final da tarde. Assim lá fomos nó a caminho do destino, fomos ter com o Big e com o descolorado. Ai que grande confusão, no início pensámos mesmo que eles não queriam cachar, estavam calados, mudos e irritantes, por fim e após uma série de bocas lá se ambientaram à cena. Fizemos a primeira que foi muito fácil, era no moinho, estava num sitio sujo mas com as pistas que tínhamos até foi fácil. A segunda foi a real aventura porque o ponto de partida era do lado contrário do rio ao local aonde estava a cache, ainda vamos tentar descobrir aonde estaria aquele dito marco! Mas em frente é o caminho e fomos fazer uma terceira na casa José Régio que concluímos com o sucesso habitual das BBS'S. Por fim lá fomos jantar, comemos uma pizza chamada «Ibizza Picanti», ó senhores, aquela beleza tinha mais picante que um frasco de Gindungo! Meu Deus que só com a pizza eu já estava cheia de calor, aliei a este facto ainda um rosé que me deixou exaurida da vida! Fiquei num estado deplorável! Depois do café o big e o descolorado regressaram à terrinha, pelo meio alguém decidiu deixar-me sem ar, mas tranquilo, recuperei e lá fomos nós a belas e poderosas para mais uma cache! Na capela das bruxas e em seguida a meia laranja! Somos as maiores! E bora lá para o sax beber umas minis e córtir! O JSM regressou à nossa companhia e acompanhou as donzelas. Já no Sax estavam lá o Caracolinhos e o Tété, bebemos minis, disse-mos asneiras e quando vi já eram 4 da matina! Sabendo eu que às sete teria que estar wake, ponderei e decidi, vamos de directa! Bebemos mais umas minis e fomos a mais uma cache, desta vez o Caracolinhos e o Tété foram as companhias, muito agradáveis por acaso! O JSM foi nanar para casinha. Fomos fazer a "crestumense", lindo, muito boa aquela cache! Às seis e meia da matina partimos para a terrinha, e lá fui eu tomar um banho! Acabei aqui na sala de formação a ouvir um senhor que só fala! Mas valeu a pena, foi um dia e uma noite fantásticos! Quero mais, quero repetir! Quero estar sempre perto de ti piquena, fazes-me tão bem... Mesmo com esse teu feitiozinho terrível és especial!

Buga córtir, até sexta pikena:-)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Mieux seul que mal accompagné

Meus meninos, depois do desabafo anterior chego a conclusão que estou muito bem sozinha...por tantas razões e mais algumas.
Apenas porque:
De tanto pensar em ti
perdi-me nas ruas da cidade,
andei às voltas como numa espiral
com o medo de te encontrar
mas também de perder-te…
Na densidade deste silêncio
procuro agora reunir os pedaços
de palavras e sorrisos que trocámos…
o coração sobe-me à boca
e abro os lábios para beijar a tua imagem
homem doce e triste que não quero perder…
sinto-me afundar num abismo negro
mergulho na inconsciência para fugir à dor desta saudade…
Apenas porque sozinha não tenho motivos para escrever estas frases que partem os vidros que protegem a alma...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Porque afinal vale a pena...

eu e a mami, a mami e eu...











meninas
lindas...






especiais...












maninhos...












em busca da cache...

Amiga

 



Quis fazer-te um poema!
Uma forma de agradecer
homenagear-te a amizade.
Ao pensar em ti, senti o perfume de tua alma
exalando ao meu redor
a tua fragrância a perfumar-me a vida.
Vi tua alma abrir-se aos meus olhos
flor do lírio mais raro
que quando, e se é encontrado
guardado deve ser no coração!!!
Há tantos que cruzam nossos caminhos
que nos tocam...e nos deixam sozinhos...
Outros tocam, marcam...e seguem...
Mas o amigo de alma, esse fica,
mesmo quando se vai,
Não nos abandona jamais,
Deixando no coração a paz!!!

A tua amizade é o perfume que me segue pela vida!
Nos momentos tristes, de solidão...,
na busca de conselhos ou soluções...
De mim amiga tens o amor
a lembrança viva e a corda para te segurares
nos momentos de dores o teu apoio
Ele será para ti o consolo
Recebo o perfume de tua alma amiga
em troca de um sorriso teu
Recebe o amor que te dedico
meu amor amigo, qual perfume de distinta fragrância para perfumar-te a existência e o coração!
Posted by Picasa

Momentos...

 
Posted by Picasa

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Insane momento


Que grande confusão, que insanidade geral. Paira entre nós uma instabilidade que se torna desconfortável. Um abraço a um beijinho ao outro e uma faquinha no coração de todos. Já não escrevo há tanto tempo e quando decido escrever só tenho motivos tristes e enfadonhos. Não quero perder a sanidade nem a amizade... Mas não me sinto com os pés no chão, sinto-me a pairar numa nuvem confusa de ideias e revoltas. Quando o vejo apetece-me abraça-lo e ficar ali só a abraça-lo sem ele se mexer, só assim... Mas quando ele me abraça eu não quero porque o sentimento de culpa me assombra. Quando esta perto, apetece-me deitar no colo e sorrir, apenas isso, sorrir! Não quero deita-lo numa cama e despi-lo sem piedade, não quero beija-lo, nem tocar... Quero apenas olhar, sorrir e juntar o melhor de um amigo com o melhor de leão sagaz que veste lacoste e cheira a mar! Mas a rosa, essa sim faz-me suar de ansiedade... Quero pegar na rosa e voltar te-la, voltar a sentir aquele calor, os lábios secretos e o cheiro doce. Tenho vontade de trepar pelas ranhuras daquele espírito e arranhar-lhe as costas com o desejo. Passar a noite inteira a beijar-lhe os poros de todos os ângulos, com beijos meigos e gelados que fariam a rosa gelar de prazer. Possuir as suas palavras e abafar os gemidos com um beijo.
Mas com os pés na terra só me resta viver. E vivo, vivo comigo mesma e com quem me rodeia. Há quem diga que eu me atraio pelo big, mas o big é só big, não sei, não digo que não seria capaz, gosto do abraço, do sorriso, do olhar, mas mata-me um passado que não quero reflectir em ninguém! Não quero que sintam que ainda me lembro, não quero magoar quem gosto nem pisar quem não merece. Se fosse mais um, apenas mais um eu limitar-me-ia a beijar, abraçar, como se usa algo ou alguém. Mas não é mais um. È o, ele! E assim quero ficar aqui até que me abracem e me beijem sem eu pedir, sem o ordenar. À força, com a sensualidade de um gato e a brutalidade de um leão! Ser presa entre braços e respirar quase sem sentir, gritar sem ser ouvida... que confusão...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Ouvi e gostei...


Leave me out with the waste
This is not what I do
It's the wrong kind of place
To be thinking of you
It's the wrong time
For somebody new
It's a small crime
And I've got no excuse

Is that alright?
Give my gun away when it's loaded
Is that alright?
If u don't shoot it how am I supposed to hold it
Is that alright?
Give my gun away when it's loaded
Is that alright
With you?

Leave me out with the waste
This is not what I do
It's the wrong kind of place
To be cheating on you
It's the wrong time
She's pulling me through
It's a small crime
And I've got no excuse

Is that alright?
I give my gun away when it's loaded
Is that alright?
If you dont shoot it, how am I supposed to hold it
Is that alright?
I give my gun away when it's loaded
Is that alright
Is that alright with you?

Is that alright?
I give my gun away when it's loaded
Is that alright?
If you don't shoot it, how am I supposed to hold it
Is that alright?
If I give my gun away when it's loaded
Is that alright
Is that alright with you?

Is that alright?
Is that alright?
Is that alright with you?
Is that alright?
Is that alright?
Is that alright with you?

No...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Oh God...


Frase motivacional para a semana!!!
Não esmoreça nem desista.
Trabalhe arduamente!
Milhões de pessoas
que vivem do Rendimento Mínimo,
sem trabalhar, dependem de ti.

Depois de ler isto fiquei completamente motivada, tenho de tomar conta da sociedade parasita, eu posso passar fome, levantar-me cedo e deitar-me tarde, acabar com a saúde que ainda tenho, tudo em nome das contribuições!

"Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.” (Clarice Lispector)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Pânico


Estranho, insane, louco e até rude. Mas no meio de um misto de sensações fui descobrindo as escolhas da verdade. Fiquei a boiar de um lado para o outro, tonta e à deriva. Que carrossel brutal que me passou pela frente. Gostei dos gestos e das palavras mas detestei a história e a memória! Mas como se diz, tudo acontece porque tem de acontecer. Eu sentei-me a beira do rio e pensei que me ia afogar, mas levaram-me para bem longe. Tão longe daqui que eu andei, tão fora deste planeta, tão longe de todos os males e de todas as dores que se passeiam por ai!
Vamos lã nõs de novo nadar em águas profundas, ter medos inesperados e conhecer realidades dispersas. È muito diferente daquilo com que se parece, é muito mais do que se pensa, mas há memórias que não nos deixam pensar...
Bizarro, agoniante esta sensação!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Choices...

Ora mais uma questão de semântica!


Olá, na verdade voltamos à carga, porque para além do meu lado sentimental há em mim um lado muito ironico, femenino e realista. Podem interpretar da forma que vos der mais jeito, a verdade é que tenho noção que confunde qualquer um o facto de alguém que leva tão a peito os sentimentos consegue escrever algo tão frio e racional sobre a questão do...
A questão do Orgasmo…
Bem essa questão seria algo muito problemático se não fossem os Senegaleses.
Sim porque os homens latinos é só fama, eles falam falam falam mas na altura de levantar o bergalho dizem: Há e tal isto nunca me aconteceu não sei o que se passa comigo, é que tu és tão linda que eu sinto me inferiorizado… PELO AMOR DE DEUS que eu nestas alturas até fico religiosa!
Ninguém merece! E está uma gaja ali em ponto de caramelo, com as cataratas de Niagara entra as pernas e os Pirenéus no peito e aquela merda não levanta! La vamos nós para a casa de banho em busca de um sonho de uma noite de verão realizado por um vibrador de gaveta(porque já se previa).
Depois há aqueles que são tão atenciosos que nós até temos pena: ha ha hum sim estou quase não pares ohhhhhohhhhohhhhhhhhh(enquanto pensamos o que vamos fazer para o jantar). já é automático.
Mas minhas amigas ainda há raridades, eu conheci um SENHOR que me deu a felicidade de me levar ao orgasmo nove vezes numa noite! Mas também posso desde já informar que cheguei a um ponto que se ele não se viesse nos próximos minutos eu fazia-lhe como o Só-Só faz ao país, chupava-o até o deixar sequinho! O raio do Homem fez-me ficar ali a noite toda a pinchar em cima dele que até as pernas me tremiam, e é bom que se saiba que ele era um preguiçoso, eu vim-me por mérito próprio!!! Porque quem pinchou fui eu!!! O caramelo tinha mesmo espírito de bom Politico Português, nós damos o material e os outros que tenham o trabalho e o lucro! Gajas lutem pelo vosso orgasmo, pinchem!