terça-feira, 19 de maio de 2009

Lembranças


Estava a ler alguns blogs e sem dar conta dei por mim a cantarolar esta música, realmente adequada e sensacionalista! Não sei bem se penso assim até porque já não há muita coisa que me possa surpreender, mas de qualquer forma não deixei de achar piada a este clássico!

Já arranjei muito bem
Tudo quanto convém
P'ra praia levar
Um pente, um espelho, um baton
E um creme muito bom
P'ra me bronzear
Tenho o meu rádio portátil
E o biquini encarnado
Também está no meu rol
E como é bom de ver
Não podia esquecer
Os meus óculos de Sol
Que levo p'ra chorar
Uh uh sem ninguém ver
P'ra não dar, uh uh a perceber
P'ra ocultar, uh uh o meu sofrer
Pois eu sei que te hei-de encontrar
Talvez deitado à beira-mar
Com outra ao lado, eu vou passar
A tarde a chorar
Já pensei em não sair
Mas onde é que eu hei-de ir
Com este calor
O que é que eu hei-de fazer
P'ra não ter que te ver
Com o teu novo amor
Ver-te-ei com certeza
Mas eu peço à tristeza
Um pouco de controle
E pelo sim, pelo não
Eu vou ter sempre à mão
Os meus óculos de Sol
Vou chorar uh uh uh

Já tinha saudades...


Sem querer ofender a susceptibilidade dos leitores, quero deixar aqui a mensagem de um governo democrático…
Estimo que todos se fodam!
Não é que eles nos digam isto tão sinceramente nem sequer de uma forma linear, mas a verdade é que esta democracia está a caminho de um bacanal onde todos vão ao cu e o cu não vai a lado nenhum porque não há orçamentos…
È claro que levado á letra seria complicado pois ter relações não é assim tão fácil, muito menos quando se tem a igreja á perna. Sim porque o estado vendeu uma quota parte do poder legislativo á igreja, essa defensora da castidade e dos métodos contraceptivos(xxiiiiiiiiiiiiiiiiuuuuuuuuuu nimguém sabe, isto é segredo de estado…). E coitadinhos dos padres que têm que se esconder nas sacristias para satisfazer os seus desejos carnais sem ter o mínimo de conforto, nimguém merece. E já para não falar nos coitadinhos que andam a estudar para padres que têm que fugir dos seminários á noite para os montes, para procriar(ou não).
Agora percebe-se porque é que Maria só teve um filho(pelo menos do carpinteiro), porque fazer O amor em cima de uma pedra deveria ser deveras desconfortável.
Bem então vamos la imaginar como será fazer o amor em cima de uma secretária do presidente (da barafunda) da républica, embora pareça mais confortável, não é, isto porque primeiro ao encostar-se o coitadinho do Só-Só(nome artistico de faculdade… ou não) magoa a pilita enquanto por trás alguém o possui ui ui ui ui…
Mas Também da maneira que os homens estão não se perde nada. Isto agora está mesmo mau são as mulheres que andam atrás dos homens porque eles transformaram-se em aberrações depiladas e inuteis(não é que já não o fossem mas antes ainda serviam para nos consolar).
Chego a casa, tiro os sapatos, pouso a carteira ligo a Tv só para não me sentir sozinha e vejo o Luís na sala e ver(Guess what?)futebol. Eu vou para a cozinha depois de vestir uma roupinha mais confortável e começo a fazer o jantar, e na Tv da cozinha dão as notícias, onde em vez de cultura temos apuncuntura(sim não se tinham dado conta que estamos a ser espetados por agulhinhas???). faço um zaping e começo a imaginar que o luís vem da sala disparado e me agarra por trás sem me deixar respirar, arranca-me a roupa e me possui de forma arrebatadora durante meia hora enquanto o mundo cai á nossa volta eu grito e solto gemidos agudos de fazer inveja ás vizinhas, e de repente, acordo do sonho e em vez do luís tenho o ministro das finanças a foder-me o bolso sem preservativo a subir tudo e mais alguma coisa. Ó senhores, será que aquele homem depois de passar o dia a subir tudo o que lhe aparece á frente ainda tem força para fazer subir o bergalho? Coitadinha da esposa, deve passar a vida a comprar pilhas para o vibrador ou então deve ter Net para encomendar um Senegalês por semana(um chega para a semana toda, e dura e dura e dura).
Pudera, e dizem que as mulheres estão cada vez mais duras e más? Será que ainda não perceberam que nós só queremos mais assistência?
SEXO meus caros, fartas que nos fodam estamos nós mas é pela sociedade e pelos que mandam nela, agora queca que é bom?…. nada….

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Atarxia

Mais um dia sem linhas escritas nesta minha vida... Quero tanto perceber que tipo de letra usar neste novo livro, qual o tipo de papel e o género de capa! Nunca percebi muito bem este ponto final, gosto tanto de escrever...
Acredito que tudo tem na vida um ponto final, mas normalmente é o autor da obra que posta um ponto final, mas no meu livro não fui eu. Estava mesmo a meio da descrição de mais umas linhas de vida quando me tiraram a tinta e o papel...
Não vivo de esperanças, de mentiras nem utopias! Vivo uma realidade que me alimenta a alma e o espírito, mas há um vazio...
Um dia tudo foi por ti, para ti. Queria que fosse assim, mas há um dia em que acordamos e percebemos que assim não há sentido. Assim a vida não passa e ficamos agarrados ao passado que nos vai sugando o ego, dizimando a alma. Assim o mundo gira incessantemente e nós ali estagnados num único momento, presos a sensações impuras, sentados, prendidos ao passado. Foste a primeira queda, o futuro incerto.
Temos que ser fortes porque na força está a verdaderia essência da vida, e eu sou...
A paciência é uma árvore de raíz amarga que dá frutos muito doces, e na verdade tenho tido as provas de que tudo isto é verdadeiro. Nao devemos cair antes de ser-mos empurrados e eu não sinto que me tenham empurrado, sinto sim que me deram asas que me vão ajudar a crescer ainda mais.
Dou agora menos valor ao que aconteceu, penso no futuro e luto contra este vazio que sinto, este vazio que me abalou em poucos momentos. Vou estar quando quiser estar, e tremer quando quiser tremer, mas vamos ser felizes longe de tudo! Longe de ti e longe dos sentimentos. È Estranho este sentimento de nada sentir, esta alma de vidro que ficou fria e não aquece. Mas na verdade é bom, é fácil e práctico, é uma defesa de tudo o que me possa fazer mal... Eu costumo tropeçar nas pedras mais pequenas, as grandes, essas eu vejo!!!
Dei por terminado mais um capítulo da minha vida, só ainda não fechei o livro, ainda não consegui, porque ainda há prazeres que me deixam alerta, ainda há vontades que me são inertes e insanes. Agora escrevo sem ar de uma forma quase impulsiva e violenta, tento encontrar-me aqui no meio de tudo aonde o nada prevalece, e deixo-me levar aonde me leva o vento! Já dei muito de mim mesma, sofri demasiado por batalhas que não valeram esta guerra.O futuro propriamente dito é que... Não há futuro ... Acabou...
A vida é isto mesmo, um conjunto de perdas e vitórias, e o meu maior triunfo é o de ser eu mesma...






Agora vivo de ar ... Não mais de sentimentos ...

Cruzarmo-nos na rua sem trocarmos uma única palavra. Mas os nossos olhos .. Esses falarão para sempre cada vez que se cruzarem ... E isso lamento ... Mas é impossível evitares!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Elogio ao amor...


Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixonade verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão alimesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia aspessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passívelde ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia serdesmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amorcego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, sãouma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nascostas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea porsopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amorfechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor éamor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como nãopode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio,não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não sepercebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor éa nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe.Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amorque se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se podeceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Please...

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Crescer...


Queria odiar-te e não consigo, mas a verdade é que também já não te desejo nem sequer tenho saudade! Apenas ainda estão presentes na minha alma todas as palavras vãs que disseste! Todas as tardes que passei a ver-te sorrir, todos os lugares que se tornaram únicos na nossa presença... Sinto-me no fundinho do meu espírito, acho que cá vim averiguar como são as catacumbas de um ser, mas vou subir as escadas, cheira mal aqui em baixo, há bichos fedorentos e recordações doentias. Olho para as paredes e vejo fantasmas acorrentados que se arrastam à minha volta, mas não me tocam... São fantasmas! O ar é quente e cheira a mofo, provoca em mim frémitos e vontade de sair daqui, mas ainda não vou porque quero ver, quero cheirar este lugar imundo! Vitimizar o passado para seguir o presente! Estou a ler um romance! Eu a ler um romance do senhor Nicholas, parece-me estranho este tipo de literatura mas por outro lado estou a gostar, a sensibilidade dos espaços e a harmonia das personagens. Tudo o que envolve a história é mágico e faz-me recordar momentos... mágicos...
A senhora de meia idade que protagoniza o romance parece-me bastante diferente daquilo que um dia eu irei ser, mas os sentimentos que ela experimenta são comuns a tantas outras pessoas! Decididamente um cenário de sonho! Uma estalagem no meio de Rodanthe, virada para o mar, branca e preta com o mágico alpendre, e uma tempestade que ameaça assombrar os Outer Banks na Carolina do Norte. Duas pessoas sozinhas durante cinco dias, com a lareira acesa e o café de filtro típico. Que imagens brutais se transformam na minha imaginação, a madeira a ranger em cada passo dado, as chamas da fogueira que iluminam intermitentemente a sala antiga... Por momentos entrei na história da senhora de meia idade e senti-me como ela, num momento mágico! Mas a realidade é outra, aqui não há magia nem tempestades, há a minha realidade!
Não sei explicar bem porque mas esta semana que passou deixou-me alerta para todo e qualquer sinal que me possa lembrar de passados! Sinto-me mais frágil em vez de me sentir mais forte! Foi como se de repente tudo o que aprendi tivesse desaparecido e fosse de novo uma criança... Enfim vamos crescer outra vez...

domingo, 3 de maio de 2009

Carpe Diem


" Cada um que passa na nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra.

Cada um que passa na nossa vida passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós.

Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo.

Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.

Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.

Essa é a maior responsabilidade das nossas vidas.

É a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso...

sábado, 2 de maio de 2009

O mundo ao contrário...


Na verdade depois de diversas conversas de café com amigos e companheiros, percebi que não vale a pena lutar contra nada que nos seja imposto, a verdade mais fiel é aquela que nós aceitamos como sendo a nossa. Não podemos ordenar a nossa vida como se de uma sequência se tratasse, não somos donos de felicidade nem de nada que dela advenha, e é por isto que não podemos entregar nas mão alheias a alegria de viver, a paz de ser feliz, a vida. Se somos realmente livres, se realmente não somos parte de ninguém, não podemos queres ser donos dos desejos, vontades ou sonhos de um outro ser. A única razão que temos para correr e seguir em frente, somos nós mesmos, e as nossas metas são traçadas em função de um ego próprio. Por vezes torna-se complexo gerir esta informação, sente-se um vazio, a falta de algo, mesmo tendo tudo, e é aí que temos de pesar as nossas qualidades na balança do tempo. Não devemos nunca aspirar metas distantes e incontroláveis, nunca almejar lutas insanes e violentas, o truque da vida é simplificar os gestos e procurar o que nos está tão próximo. Somos não mais do que um reflexo daquilo que pensamos, e se o momento nos é desfavorável tendemos a pensar mal de nós mesmos, e é isso que está errado, fora da racionalidade, porque melhor do que nós só o nosso eu reflectido no espelho da vida. Sorrir sempre é uma arma mortífera para tristezas e lágrimas, sorrir é a chave que abre todas as portas desta escada que nos leva a lado algum. È a sorrir que a vida nos chama, e é a sorrir que devemos responder porque na verdade a resposta que é dada, é a de que estamos prontos para ser felizes. Nada se faz sem a luta constante, mas a luta não tem de ser dura ou cruel, ela pode ser apenas o esforço que se faz para ser feliz, porque não se pode esperar nada de braços cruzados, nem o amor nem a amizade, nem a dor ou felicidade...Exigimos tantas vezes dos outros aquilo que faz parte das nossas tarefas, exigir que se conquiste algo que não sabemos conquistar. Criticamos sem nos colocar-mos no lugar do outro, sem saber as razões ou vivências, e ficamos parados a lamentar o lamentável, sem seguir em frente, sem sorrir...Nunca agradecemos nada de bom que nos seja dado, mas lamentamos tudo o que de mau acontece, não é correcto porque até as coisas más nos trazem algo de bom, trazem experiência, ajudam-nos a amadurecer, dão força interior ao mais fraco dos homens. Temos de nos limitar ao que de facto somos, e deixar o egocentrismo num cantinho da nossa casa, e agradecer o destino recolhendo dele tudo o que nos possa ser útil. Somos tão pequenos no mundo, microscópicos na realidade cósmica para julgar o que quer que seja... A nossa maior virtude não é ser bom porque nos dizem que o somos, nem ter porque nos dão. A nossa verdadeira virtude é merecer tudo o que nos é dado sempre com um sorriso nos lábios e uma gargalhada na alma...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Escada em caracol




É uma escada em carac0l
e que não tem corrimão.

Vai a caminho do Sol

mas nunca passa do chão.

Os degraus, quanto mais altos,

mais estragados estão.

Nem sustos nem sobressaltos

servem sequer de lição.

Quem tem medo não a sobe.

Quem tem sonhos também não.

Há quem chegue a deitar fora

O lastro do coração.

Sobe-se numa corrida.

Correm-se p'rigos em vão.

Adivinhaste: é a vida

a escada sem corrimão...







Vermelhinha




Na vida há momentos para tudo e em tudo o que fazemos há momentos completos e verdadeiros que preenchem a nossa essência, e foi num desses momentos que te conheci.
Deixa - me recordar - te os nossos momentos,vivências de um passado tão próximo, os pensamentos do presente e as esperanças de um futuro concreto que se esconde atrás de cada entardecer .
Deixa - me dizer - te que todos estes momentos estão guardados naquele lugar vital de onde nunca nada do que é bom se atreve a sair e onde tudo o que é mau não consegue entrar, o meu e o teu coração, que por entre as suas pequenas batidas alimenta a amizade que nos circula nas veias.
Tudo começou sem sabermos bem porque, um simples gesto, um ou uma condição criada pelo destino! E a pouco e pouco, depois de experiências e aventuras, de sorrisos partilhados e vontades comuns nasceu e foi criada uma forte amizade!
Conseguis-te provar-me que os amigos são como o sol que nem sempre se vê mas existe permanentemente para iluminar o mundo, e tu iluminas o meu. Provaste-me que é possivel mesmo distante, estar sempre presente!
Preciso de ti, da tua mão que me ajuda a levantar quando caio, do teu abraço que me aquece quando sinto frio, do teu carinho que me recorda as memórias da infãncia, do teu sorriso que seca as minhas lágrimas quando choro e do teu beijo que me fortalece quando sorrio!
És importante e essencial nesta escalada que se chama vida.
Sem ti tudo seria mais difícil, o que parece fácil contigo por perto, seria impensável sem o teu apoio.
Quando estou num beco sem saida tu estás lá para me ajudar a trepar o muro, quando estou num túnel sem luz tu está lá no fundo com uma vela para me iluminar, quando a minha alma é só um poço de lágrimas e trsitezas tu abraças-me e juntas voamos para o vale dos sonhos.
Tu sabes porque digo isto, sabes o contributo que tens dado, sabes o que significas!
Sabes bem o valor que tem uma amizade, e por mais anos que passem, por mais voltas que o destino dê às nossas vidas, vais ser sempre especial e vou guardar para sempre as nossas memórias deste tempo que nos ajudaram a crescer e a ser quem somos!
Mulheres a caminho de um futuro risonho.

Adoro-te amiga !
Foste ontem, és hoje e serás amanhã...
De sempre e para sempre!