quinta-feira, 28 de maio de 2015

Vamos mudar o mundo? Ou o mundo mudar-nos a nós?

Já ouviram falar de um filme com o puto do outro filme: I SEE DEATH PEOPLE; em que o puto na escola encara um trabalho super fácil como a verdadeira tarefa de uma vida?
O rapaz tem de fazer três actos por alguém e depois salvo erro descrever essas coisas boas à professora como se fosse uma apresentação oral.
O que é certo é que ele com todos os seus problemas pessoais acaba por levar aquilo tão a sério que leva um pedinte para casa da mãe, e mais coisas que não me lembro.
Sinto-me como essa criança, tudo o que fazemos é tão importante, cada acto, cada palavra, cada gesto influencia tantos seres humanos, tantos problemas, porque nos tentamos justificar, porque nos tentamos corrigir, porque aprendemos.
O verdadeiro dom do ser humano não é ser trabalhador, não é ser esforçado, não é ser boa pessoa, o verdadeiro dom do ser humano é saber integrar-se neste mundo sabendo amar todas as pessoas e a natureza e tentando sempre perceber os outros e ajuda-los que na verdade é o que fazemos sempre, todos nós fazemos isso protegemos-nos protegendo quem nos ama. Mesmo quando estamos em combustão emocional.
Amo-te tanto tanto. Mas amo-me mais a mim e por linhas travessas vamos construindo o mundo fazendo um mundo melhor.
Sem exercermos pressões vamos ter o melhor Natal das nossas vidas, melhor apenas porque esquecemos os outros natais, porque à medida que se cresce construímos expectativas maiores, porque a idade por muito que não queiramos faz de nós pessoas diferentes.
E é de facto importante que algumas pessoas nos ponham travões, aquelas que se preocupam connosco, pelo menos quando estamos com o fogo na alma!
Vou comer choco frito!